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Categoria: Notícias Rápidas

  • FULL ÁLBUM PARA 2026

    FULL ÁLBUM PARA 2026

    ESSE ÁLBUM NÃO VAI SALVAR NINGUÉM.
    Nesse espírito, anunciamos que em 2026 — se tudo ocorrer conforme o planejado, ainda no primeiro bimestre — a Plazafire lança seu primeiro álbum completo.

    O trabalho é uma continuação direta do EP “Barulhos Momentâneos”, mas, de forma geral, bem menos esperançoso.

    Produzimos, gravamos e editamos o disco 100% em casa — a primeira vez que a Plaza adota essa estratégia. O resultado, até agora, está longe do perfeito, mas é honesto, orgânico e frio. Antes feito do que perfeito.

    Este álbum não foi feito para impressionar.
    Foi feito para existir.

    Um registro frio sobre a vida média, comum e cotidiana.
    Esse disco não é um personagem:
    Peso.
    Silêncio.
    Raiva.
    Esperança.

  • Osasco & São Paulo

    Osasco & São Paulo

    No último dia 18, fizemos uma trip para São Paulo/Osasco, que incluiu nossa segunda participação no já tradicional Emotional Damage Fest – agora em sua segunda edição – em Osasco. O show marcou a estreia da Jullie na bateria [Texto continua após fotografia – galeria de fotos ao final do post].

    Como esperado: pé na porta! Tocamos algumas das nossas já tradicionais referências, mas também levamos a Osasco nosso set completo de músicas autorais, incluindo faixas ainda não gravadas como “Parte de Mim” e a inédita “Imperfeito”, apresentada pela primeira vez.

    O festival, que rolou da tarde até o anoitecer, também contou com shows de @dezepropriados, @borrão e os anfitriões @yellowrun.

    Ao fim do dia, seguimos para a Casa Lab, onde participamos de um evento beneficente — a entrada era a doação de 1kg de alimento não perecível, destinado a ações do Padre Júlio Lancellotti.

    A Plazafire apoia iniciativas que buscam uma sociedade mais justa e solidária, e sempre (SEMPRE) vamos ajudar e colaborar com o que estiver ao nosso alcance.

    A noite foi incrível! Deixamos aqui nosso agradecimento à @SetembroEmSaturno, que nos salvou quando tivemos um imprevisto com o equipamento da bateria.

    Em um set reduzido, tocamos todas as nossas músicas autorais. Agradecemos ao público presente (e aos novos seguidores, rs) pelo feedback positivo ao final do show.

    Nosso objetivo é sempre fazer amigos, criar conexões e espalhar a “palavra” da Plaza por aí!

  • Que bom que você chegou

    Que bom que você chegou


    Por Michael Henriques

    Trocar de formação a banda nunca é fácil. É quase o meme That awkward moment, afinal não sabemos muito bem como reagir a situação. No final do dia restam mais dúvidas do que qualquer outra coisa. Mas se tem algo que a Plazafire já mostrou pra gente, é que como a história é verdadeira, as pessoas certas vêm — às vezes do jeito mais inesperado — Foi assim com a Jullie. E é sobre isso que quero falar hoje.

    Algumas coisas simplesmente acontecem quando a gente confia no que está fazendo.
    Fazer parte de uma banda é como viver uma relação de família com várias pessoas ao mesmo tempo. É sobre sonhar junto, se frustrar junto e também comemorar as vitórias, por menores que sejam. E quando uma dessas pessoas sai, é como se alguém da família fosse morar longe. Não só cessam as conversas, mas ensaios e os planos — É difícil.

    Foi exatamente esse sentimento quando soubemos que precisaríamos de um baterista. Por mais que a gente confie no que faz — e no sonho — esses momentos trazem um certo pânico. A gente para, olha um pro outro e pensa: “E agora? Como seguir? Vamos conseguir? Será quem alguém vai querer tocar com a gente?” A única coisa que eu pensava “Bateristas: onde vivem? do que se alimentam?” – ao fundo a música do globo repórter 😅
    Foi um tempo que a gente não queria estar perdendo, mas que faz parte do necessário.

    Curiosamente, sempre que a Plazafire passou por um motivo e argumento de mudança, a resposta nunca demorou a chegar. Sempre foi assim (mas isso é história pra outro post)

    E foi aí que apareceu a Jullie.

    Ela chegou com a energia certa, no momento certo, com a disposição e o coração aberto.
    No primeiro ensaio, não teve dúvida.
    Era como se ela já estivesse ali antes — só esperando a hora de se juntar de verdade.

    Bem-vinda, Jullie. Que bom que você chegou.
    A gente já anunciou a Jullie no Instagram, mas aqui no blog é onde a gente fala com mais calma.
    Onde podemos dizer com todas as letras:
    que alívio ter encontrado você.
    Que alegria imensa poder seguir com com você no time.
    Obrigado por ter topado essa viagem com a gente.

    E aos que acompanham a Plazafire, que entendem cada pausa, cada mudança e cada retorno: obrigado de coração.
    Ter vocês por perto faz toda diferença.

    Agora, com a banda completa — falta mais um guita, né? — o coração cheio, a gente segue.
    Vem muita estrada por aí.


  • O primeiro ano de Reconectar!

    O primeiro ano de Reconectar!

    Por Michael Henriques
    Reconectar foi a primeira grande produção da plazafire, gravada aos cuidados do Franco no Casarão estúdio em Piracicaba – SP. Reconectar sempre impressiona a todos que a escutam pela primeira vez.

    A letra é do Lino, que comenta sobre a faixa:
    Reconectar é voltar às nossas origens, ao nosso interior, a nossa essência e humanidade. É parar e respirar profundamente no meio do frenesi urbano, da fumaça, do asfalto, de viver pelo trabalho pra comprar aquilo que só vai nos satisfazer momentaneamente, enquanto permanecemos vazios por dentro.”

    Acredito de verdade que Reconectar é daquelas músicas que sempre vão sempre soar atuais e universais. Em algum momento da vida, todo mundo sente a necessidade de se reconectar — com si mesmo, com alguém, com o que faz sentido. E é justamente por isso que essa canção não se perde com o tempo. Ela não envelhece — ela amadurece! E a gente tem muito orgulho disso.

    A história da capa do single

    Pouca gente sabe, mas a mão por trás da capa desse single é da @Lívia! Literalmente, inclusive 😄. Num esforço sem precedentes na história da banda, ela se envolveu em todas as etapas da criação dessa arte — da ideia à execução — colocando em prática uma combinação incrível de habilidades, como maquiagem, fotografia e direção de arte. O resultado foi essa cover art que a gente tem tanto orgulho de mostrar. E olha só que legal: vasculhando o drive da banda, encontrei algumas fotos dos bastidores desse processo criativo todo. Tive que compartilhar com vocês!

    Quando ficamos satisfeitos, o Lino então finalizou o que seria a capa do disco com uma leve correção de cores. Permeamos por extremos: enquanto na arte do primeiro single (antecessor imediato de Reconectar) Liberdade tínhamos uma capa desenvolvida por meios de prompt de IA, agora temos uma arte completamente orgânica desde a concepção da ideia até a sua materialização, acredito que a música pedia que obrigatoriamente fizéssemos algo 100% orgânico.

    Há disponível em nosso canal do Youtube um webclipe gentilmente feito pelo Franco, com alguns trechos que foram captados no casarão estúdio.